Joildo Santos
Sou fundador do Grupo Cria Brasil e do Instituto Crias, colunista em cinco veículos e comentarista do UOL News. Há vinte anos a imprensa me procura quando o assunto é o mercado que a maior parte das marcas ainda não sabe ler direito: a periferia. A mesma inteligência que traduz o território para a manchete, hoje blinda e acelera marcas que querem construir com legitimidade.
Convocado para analisar consumo, cultura e comportamento das periferias com dado e vivência, ao vivo, para o telejornalismo nacional. É a legitimidade de 20 anos de território chegando à tela de milhões.
Um ecossistema, não um departamento de diversidade. Três pilares que se conectam para gerar impacto real.
Fundado em 2009, é a base social do ecossistema: saúde, educação e qualificação profissional dentro do território, hoje presente em 1.832 comunidades mapeadas.
Reúne jornalismo comunitário, editorias e eventos como o FavelaCria, ligando marcas ao território desde 2007.
A agência que leva campanhas, conteúdo e ativações para dentro do território, com profissionais que vivem nele.
Marcas conseguem falar sobre a periferia. Poucas sabem construir com ela.
Inteligência de território em três movimentos. Método construído com dado e vivência lado a lado.
Antes de propor, ouvir. Imersão para entender pessoas, economia, cultura e redes locais de cada território.
Criadores e profissionais do território participam da criação, da narrativa e da execução. Autoria, não figuração.
Resultado mensurável para quem contrata e retorno concreto para quem vive o território.
Legitimidade não se compra. Se constrói território por território.
A Folha registra o jovem que monta rádio comunitária em Paraisópolis.
Comunicação feita de dentro do território, hoje objeto de pesquisa acadêmica na UNESP.
Estrutura formal para saúde, educação e qualificação profissional na periferia.
A BBC Brasil ouve Joildo sobre a economia real das favelas.
O jornal vira ecossistema: jornalismo, publicidade, inovação e tecnologia.
Festival territorial em Paraisópolis reúne mercado, mídia e periferia.
Comentarista convidado do telejornalismo nacional, membro Forbes BLK e à frente do OncoCria.
Vinte anos sendo procurado como fonte, comentarista e colunista. Da Folha à BBC, do UOL News a colunas fixas em cinco veículos.
Convocado para analisar consumo, cultura e comportamento das periferias com dado e vivência, ao vivo, para o telejornalismo nacional.
Análises sobre consumo, cultura e oportunidades nas periferias, o maior mercado consumidor que o mercado insiste em não ver.
Acessar coluna →Como a cultura, a linguagem e o comportamento das periferias moldam o país.
Acessar coluna →Economia das favelas e empreendedorismo periférico aplicados a negócios e política pública.
Acessar coluna →Onde a maioria das marcas ainda erra na abordagem da periferia, e o que fazer diferente.
Ver artigos →Dois programas onde essa leitura de território já é resultado, não promessa.
Encontro da favela com o mercado para discutir comunicação, criatividade, cultura e inovação. Realizado no Pavilhão G10 Favelas, em Paraisópolis, com edições em 2023, 2024 e 2025.
Organização: Grupo Cria BrasilParceria entre o Instituto Crias e a Oncolife Care, ao lado de Nayara Mota, fundadora e CEO da Oncolife Care, para levar informação sobre saúde oncológica ao território. Edição 2026 em 17 de outubro.
Parceria: Instituto Crias × Oncolife CareSeis formas de trazer essa leitura de território para dentro da sua organização.
Leitura de mercado, cultura e comportamento periférico aplicada a produto, comunicação ou expansão.
Falar sobre consultoria →Vinte anos de território traduzidos em conteúdo direto, para board, evento corporativo ou congresso.
Convidar para palestra →Produção e distribuição dentro do território, com profissionais locais na criação e execução.
Propor campanha →Cadeira permanente para a leitura de mercado periférico dentro da governança.
Conversar sobre conselho →Produção editorial e presença em veículos próprios e de terceiros, colunas fixas e comentário especializado.
Propor pauta →Estruturação de programas com o Instituto Crias em saúde, educação e qualificação profissional.
Falar sobre parceria →